Mas mais do que a França clássica e institucional, esta seleção reflete a minha filosofia: trabalhar exclusivamente com pequenos produtores. Pessoas que conhecem profundamente sua terra, que cuidam da vinha como parte viva de um ecossistema, que respeitam o meio ambiente e a saúde de quem consome. São vinhos de mínima intervenção, muitas vezes orgânicos ou biodinâmicos, que não buscam padronização, mas sim identidade. Vinhos que nascem da natureza e da consciência, com pouco ou nenhum uso de produtos químicos, fermentações espontâneas e uma visão de sustentabilidade verdadeira — não como marketing, mas como prática diária.